(...)E voltei a pensar em mim, vendo a luz pela frincha de uma janela, nestes dias em que uma pequena parte da humanidade - mas a pequena parte a que pertenço - acredita comemorar o nascimento de um Deus no corpo de um Menino, acreditando que esse Menino se fez Homem e morreu na Cruz a perguntar porque tinha sido abandonado.
E, dos Céus à Terra, houve a maior alegria quando foi Natal. E, dos Céus à Terra, cerrou-se a maior tristeza quando Ele, dando um grande brado, expirou. Mas como da Terra pouco se sabe e dos Céus nada se sabe, quem acredita só pode não saber. E, não sabendo, sabê-Lo
João Bénard da Costa, Público
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Afixado por: tapor em janeiro 25, 2004 07:16 PM